Associação de Pós-Graduandos da UFSC
  • Já tem data o III Encontro Nacional de Educação!

    Publicado em 18/02/2019 às 11:30

    A APG-UFSC apoia e ajuda a construir o III Encontro Nacional de Educação (ENE), que será realizado na Universidade de Brasília (UnB), nos dias 12, 13 e 14 de abril de 2019. Confira programação no link!


  • Publicado o segundo Notícias da Educação na UFSC e no Brasil

    Publicado em 05/02/2019 às 20:00

    A APG-UFSC, gestão “Pra não lutar só”, elegeu como uma de suas prioridades desse ano os debates e as lutas do campo da educação. Por isso, queremos ampliar o quanto possível o conhecimento das/os pós-graduandas/os acerca do que está ocorrendo nos níveis local, estadual e federal – coisas que nos atingem diretamente, por estarmos na pós-graduação, ou indiretamente, por querermos uma educação livre e de qualidade para todos e todas!

    Leia o segundo boletim informativo aqui.


  • Enquanto isso, na UFSC: de olho no exterior enquanto os problemas internos se acumulam

    Publicado em 05/02/2019 às 13:30

    Sonhadora, administração central admira o horizonte pela janela, declarando sem muito debate quais serão suas prioridades lá fora. Aqui dentro, os técnicos abandonam o CFM pelas péssimas condições de trabalho e estudantes enfrentam dificuldades para se alimentar, além de falta de espaço na BU.

    É verão, mas os/as pós-graduandos/as seguem encontrando-se na APG para discutir o que está ocorrendo na universidade – motivos não faltam!

    Participamos (via representação) no dia 20 de dezembro da primeira reunião de planejamento do Plano de Desenvolvimento Institucional, o PDI, documento que determina onde a Universidade deverá concentrar seus esforços de 2020 a 2024. Ainda não há muito de concreto, mas é preciso informar a categoria estudantil para que estejamos desde já atentos/as  a essas discussões, que muito nos impactam.

    Houve, por exemplo, um quase exclusivo entusiasmo com os esforços para a internacionalização da universidade. Apesar da indubitável importância do tema, lutaremos para que o plano de desenvolvimento institucional enfrente também assuntos urgentes que ocorrem aqui na nossa porta, da moradia estudantil e demais condições de permanência e saúde até o desenvolvimento dos campi para além do campus Trindade.

    Vejam, por exemplo, o que passamos com a situação do Restaurante Universitário: em um dia quente de janeiro (veja nossa manifestação aqui) 40 estudantes ficaram sem poder almoçar por falta de transporte para o RU do CCA. Graças à cobrança estudantil, a Reitoria disponibilizou mais um ônibus e cogita reabrir o RU Trindade mais cedo – uma medida importante considerando que o aumento da frota vai ser menos eficaz quanto mais as pessoas voltam a utilizar os espaços da Universidade. No final de janeiro a Biblioteca Universitária, que após as 13:30 disponibiliza uma única e pequena sala de estudos individuais para usufruto da comunidade acadêmica, também apresentou filas, fazendo com que muitos/as não pudessem estudar como pretendiam.

    Outro acontecimento marcante na universidade foi protagonizado pelos servidores técnicos do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), que resolveram abandonar o prédio. Há muito que os usuários desse centro, incluindo pós-graduandos/as, vêm denunciando as péssimas condições de segurança de trabalho, mas nada foi feito: com todo tipo de defeito, incluindo água passando abundantemente por dutos de eletricidade quando chove (foto abaixo), a próxima tragédia brasileira pode ser aqui mesmo na UFSC – um incêndio diurno em período letivo, por exemplo, num espaço que já é apelidado pela comunidade de “labirinto” – e assim como em Brumadinho, não será um “acidente”, e sim fruto de um descaso sistemático.

    Água da chuva passando por dutos de eletricidade no CFM: a um passo de um incêndio.

    Água da chuva passando por dutos de eletricidade no CFM: a um passo de um incêndio.

    Mas, se a bola da vez é a internacionalização, que tal discuti-la a fundo? Nesse ano começa a valer o edital CAPES/PrInt (nº 41/2017), no qual a UFSC foi uma das universidades contempladas, uma remodelagem dos recursos da entidade com vistas a – segundo a CAPES – dar mais autonomia para as universidades escolherem como aplicar os recursos para a internacionalização.

    Na verdade isso faz com que os programas tenham que escolher apenas uma linha de pesquisa para internacionalizar a médio prazo, a partir de temas que a administração central da universidade escolhe, o que retira um bom grau de autonomia e flexibilidade que os programas tinham, por exemplo, com o PDSE. Como dito em reunião sobre o assunto nesta segunda-feira (4) por uma professora, esta é a maneira como a CAPES transfere uma briga por recursos escassos para os docentes. Mais recursos serão recebidos, mas terão que ser aplicados de maneira a negar a internacionalização a muitos/as docentes e discentes, e ainda serão aplicados desigualmente devido a um “ranqueamento” entre os temas que a universidade escolheu. No caso da UFSC, estes temas são “nanociência e nanotecnologia”, “transformação digital: indústria e serviços 4.0”, “saúde humana”, “linguagens, interculturalidade e identidades” e “sustentabilidade ambiental” (veja a proposta aprovada da UFSC aqui).

    Embora essa lista pareça ampla o bastante, cada tema é subdividido em objetivos, projetos a serem geridos por professores e programas específicos. Fato é que houve pouquíssima divulgação e debate sobre a adesão da UFSC ao programa CAPES/PrInt, tanto entre discentes quanto docentes. A intenção da CAPES, contudo, é expandir o PrInt nos próximos anos, incentivando os programas a se adequarem ao edital para serem incluídos nas próximas edições.

    Nós, da APG-UFSC, planejamos tirar esse debate das sombras da burocracia e fazer com que a comunidade acadêmica tenha real voz nas considerações sobre o que é ou não prioridade nos estudos da pós-graduação. É preciso discutir não só esses temas como esse próprio modelo de investimentos em internacionalização!


  • Nota da FEBRAGEO sobre o disastre de Brumadinho

    Publicado em 04/02/2019 às 16:46

    A APG-UFSC apresenta seus sentimentos às vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho (MG) e seus familiares.

    É preciso nos mobilizarmos para que isso não se repita. Aqui em Santa Catarina existem nove barragens de rejeitos.

    Clique aqui para ler a nota da FEBRAGEO que compartilhamos.


  • Aberta a inscrição de trabalhos para o XII Encontro Catarinense de Saúde Mental

    Publicado em 01/02/2019 às 2:56

    Está aberta a inscrição de trabalhos para o XII Encontro Catarinense de Saúde Mental. A APG-UFSC apoia essa iniciativa!

    Os conteúdos abordados nas mesas, conferência e trabalhos apresentados deverão refletir o estado da arte da pesquisa, a produção intelectual, a discussão político-conceitual e as experiências de projetos, que constituem o campo científico dos Direitos Humanos e da Saúde Mental e Atenção Psicossocial. Outras atividades construídas por usuários e demais cidadãos poderão ser incluídas dentro da dinâmica dessa confraternização de ideias. O prazo para as inscrições é 1º de Março.

    Mais informações na página do evento.


  • APG-UFSC pela utilização do nome social em toda Santa Catarina

    Publicado em 30/01/2019 às 12:00

    No dia 14 de janeiro deste ano, foi publicado no Diário Oficial do Estado veto do governador Carlos Moisés ao projeto de lei nº 48/2018, aprovado em dezembro de 2018 pela Assembléia Legislativa do Estado.

    O projeto regulamenta e garante o direito ao uso do nome social e reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais no âmbito da administração pública de Santa Catarina. Com isso, pessoas travestis e transexuais passariam, por exemplo, a ter garantido o direito à identificação por meio do nome social ao preencher fichas de cadastros, formulários, prontuários, registros escolares, dentre outros documentos, para atendimento em serviços prestados por qualquer órgão da administração pública estadual.

    A justificativa apresentada para o veto segue parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE), que argumenta pela necessidade da medida em função dos parlamentares estaduais supostamente haverem invadido competência legislativa da União para legislar sobre mudança de nome. O conteúdo do veto será votado pelos deputados estaduais eleitos em 2018, que tomarão posse em 1º de fevereiro, não havendo data marcada até o momento para isso.

    Nesta segunda-feira, 21, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, que é um órgão do Ministério Público Federal, emitiu nota em posicionamento contrário à medida. O parecer técnico da PFDC destaca o comprometimento assumido pelo Estado brasileiro em vários documentos de diferentes pesos normativos, como a Convenção Interamericana Contra Toda a Forma de Discriminação e Intolerância, o Decreto 8.727/2016, a Portaria PGR/MPU nº 7/2018, além da decisão do STF na ADI 4275 e dos flagrantes absurdos jurídicos presentes na justificativa para o veto. O que levou o governo a voltar atrás no posicionamento e afirmar que deverá assinar decreto, nos próximos dias, para regulamentar o assunto no âmbito estadual (ATUALIZAÇÃO: decreto assinado).

    A gestão “Pra não lutar só”, embora vinculada em suas atividades à UFSC, que já conta com a proteção desse direito regulamentada pelo Decreto 8.727/2016, assume posição contrária a medida adotada pelo governo estadual, por entender que o desrespeito aos direitos à diversidade sexual e identidade de gênero devem ser de preocupação de toda a sociedade. Fazemos coro às vozes que já se posicionaram contra esta medida, que expõe grupos sociais que já se encontram em situação de extremo risco a uma absurda situação de clandestinidade quanto ao seu próprio nome, e que dificulta o acesso a serviços públicos básicos, como, por exemplo, atendimento em postos de saúde, em delegacias policiais e em escolas e universidades.

    Diante do aparente recuo do governo estadual sobre o assunto, ficaremos atentos e em solidariedade à população LGBTI catarinense, na expectativa que não seja, de fato, este o rumo que será dado na política pública estadual à questão. Precisamos estar unidos na luta contra toda forma de atentado, pretensamente justificado, contra as liberdades e direitos individuais.

    Associação de Pós-Graduandos(as) da UFSC – Gestão “Pra não lutar só”


  • Questionamento da APG-UFSC sobre o RU nas férias

    Publicado em 22/01/2019 às 21:40

    Hoje, terça-feira (22/01), a gestão “Pra não lutar só” da APG-UFSC foi até a PRAE questionar novamente sobre a questão da mobilidade até o RU CCA, ciente da situação dos 40 estudantes sem ônibus no meio-dia de ontem e de que, à noite, em torno de 15 estudantes ficaram sem ônibus para voltar do CCA voltando por isso a pé ao Campus Trindade.

    Questionada sobre o assunto a PRAE respondeu que mais um ônibus será disponibilizado para os estudantes fazerem o trajeto, somando então um total de três ônibus, ao invés de dois. Perguntamos, também, sobre o contrato com a empresa dos ônibus; se havia um limite diário de pessoas que poderiam ser transportadas, por exemplo. A PRAE afirmou que o contrato tem um limite baseado em quilometragem, ou seja, há um número limitado de quilômetros a serem percorridos durante o contrato – e que esse limite está quase acabando, fazendo com que viagens de estudos sejam prejudicadas ao longo do ano de 2019 na UFSC. Questionados sobre a abertura do RU Trindade, dada a situação de filas, esperas e ônibus que não respondem à demanda, responderam que estão estudando a possibilidade de abri-lo antes.

    Logo depois fomos até a reitoria, indagando sobre a possibilidade de aumento dos ônibus para o CCA, visto que a demanda aumenta conforme os/as estudantes chegam das férias. Lá nos responderam que será discutida a possibilidade de uma avaliação de demanda pelo RU com questionário aos estudantes, por parte da PRAE, que conforme interesse poderia aumentar a frota que leva os/as estudantes ao CCA. Não consideramos essa medida satisfatória, pois a organização de um questionário pode exigir tempo demais, e qualquer “baixa demanda” através dele verificada não necessariamente implica uma baixa demanda real (a notícia da existência do questionário pode não alcançar vários estudantes que confirmariam a demanda). Presumindo que esse trâmite burocrático não é uma desculpa para ignorar o problema, ora, reitor, pró-reitores/as e secretários/as, ele é desnecessário: venham almoçar conosco no RU, saindo de ônibus a partir do Campus Trindade, e averiguem com seus próprios olhos o que precisa ser feito.

    Nós, da APG-UFSC gestão “Pra não lutar só”, nos manteremos atentos e atentas quanto à situação do RU durante as férias e no decorrer de todo esse ano. Dificultar o acesso ao RU às/aos estudantes não deve ser política de uma universidade pública! Lembramos que alimentação é um direito e que garanti-lo foi uma conquista suada da luta estudantil – não é hora de retroceder.

    À política de cortes em nossos direitos: questionamento e resistência!


  • Cerca de quarenta estudantes da UFSC ficam sem almoço

    Publicado em 21/01/2019 às 15:00

    Hoje, segunda-feira (21/01), cerca de quarenta (40) estudantes da UFSC ficaram sem almoço.

    Perto das 13h, um dos ônibus terceirizados pela UFSC, que levaria os estudantes até o RU CCA, foi o último do horário do almoço. Sabendo que o RU fecha às 13h30min e avisados que não haveria mais ônibus para CCA nesse meio-dia, os estudantes, com representação da APG-UFSC, foram até a Reitoria reivindicar sua ida até o RU CCA para não perderem o almoço. As respostas lá foram negativas, não haveria mais ônibus para levar os estudantes e ficaríamos sem almoço. A partir disso foi feito um requerimento (imagem abaixo), com a seguinte solicitação dos estudantes:

    “O RU do CCA e os ônibus que nos levam até lá não dão conta do nosso direito à alimentação. Hoje, 21/01/2019, cerca de 40 estudantes ficaram para fora do ônibus sem conseguir chegar até o RU do CCA. Além das longas filas (ônibus para Campus Trindade, ônibus para Campus CCA, RU CCA) para conseguir almoçar, todo esse trajeto demora cerca de duas horas no sol do meio-dia e na chuva. Tudo isso é um desrespeito com a nossa categoria. Reivindicamos (40 pessoas sem almoço no dia de hoje), por isso, que a abertura no dia 18/02 do RU Trindade seja reavaliada, visto que o número de estudantes voltando das férias aumentará. E que, caso tome-se a decisão (paliativa e que nos prejudica) de manter os ônibus e somente o RU do CCA, que esses aumentem em número e horário. RESPEITEM NOSSO DIREITO À ALIMENTAÇÃO!”

    Desde o final do semestre passado, em 2018, a gestão “Pra não lutar só” da APG-UFSC reivindica a abertura do RU Trindade nas férias. Fizemos essa reivindicação por meio de ofício e, recebendo a negativa, publicamos aqui em nossa página uma nota sobre essa situação.

    Nós, da APG-UFSC, reivindicamos junto aos 40 estudantes prejudicados no dia de hoje: respeitem nosso direito à alimentação e reabram o RU Trindade!


  • Publicado o primeiro Notícias da Educação na UFSC e no Brasil

    Publicado em 15/01/2019 às 12:05

    A APG-UFSC, gestão “Pra não lutar só”, elegeu como uma de suas prioridades desse ano os debates e as lutas do campo da educação. Por isso, queremos ampliar o quanto possível o conhecimento das/os pós-graduandas/os acerca do que está ocorrendo nos níveis local, estadual e federal – coisas que nos atingem diretamente, por estarmos na pós-graduação, ou indiretamente, por querermos uma educação livre e de qualidade para todos e todas!

    Leia os boletins informativos aqui; leia o primeiro aqui.


  • 8º Encontro Nacional de Pós-Graduandos – ENPG

    Publicado em 14/01/2019 às 9:00

    Entre os dias 6 e 10 de fevereiro, em Salvador/BA, acontecerá, juntamente a 11ª Bienal da UNE, o 8º Encontro Nacional de Pós-Graduandos. O Encontro aconteceu as primeiras vezes durante a ditadura brasileira, em que o objetivo maior era montar uma rede articulada de educação, ciência e democracia. Esses encontros gestaram a Associação Nacional de Pós-Graduandos no ano de 1986, logo após o último Encontro, em 1985, em Belo Horizonte.

    A gestão “Pra não lutar só” APG-UFSC estará presente no 8º ENPG! Em tempos de cortes em educação, perseguição ao pensamento crítico e censura à liberdade acadêmica é necessário que estejamos juntos e juntas, organizados/as, articulados/as; o contato e a interação são revolucionários!

    Mais informações no evento no Facebook.