Associação de Pós-Graduandos da UFSC
  • Vitória da educação: o projeto da Lei da Mordaça foi REJEITADO hoje pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores de Florianópolis!

    Reproduzimos a nota do Sintrasem sobre o tema: “A rejeição deste projeto joga mais uma pá de terra sobre a discussão do Escola Sem Partido, que só vem para perseguir trabalhadores da educação e precarizar ainda mais o trabalho do educador, a estrutura pública e a consciência crítica de nossos estudantes!”

    A APG-UFSC se posiciona contra o projeto ideologicamente chamado de Escola Sem Partido e comemora essa importante vitória em Florianópolis.


  • Próxima reunião da APG: 11 de março, às 18:30!


  • [VÍDEO] Informe da APG sobre a reunião da CPG de 28/02

    Incluiremos a questão do CAPES-PrInt na pauta da próxima reunião. Houve uma discussão mais aprofundada sobre a questão da avaliação discente, incluindo o enfoque no protagonismo estudantil e em discussões coletivas com impacto político efetivo.

    Quanto à abertura do curso de especialização com cobrança de mensalidade, ele foi retirado de pauta. A PROPG entende que é preciso discutir primeiro a legislação específica que regula os cursos lato sensu antes de discutir qualquer proposta como essa. Devemos continuar atentos e discutindo essa questão, porque ela voltará à pauta muito em breve.


  • 8 de março – Greve Internacional de Mulheres

    As mulheres da APG-UFSC, da gestão “Pra não lutar só”, convidam as pós-graduandas para se somarem à reunião que visa organizar a mobilização da pós-graduação na Universidade para o 8M. A reunião acontecerá amanhã (28/02), às 17h, na sala da APG-UFSC, no Centro de Convivência. Com isso, pretendemos nos somar a grande mobilização das mulheres catarinenses (8M Brasil – SC) que, com o #8Marielle de 2019, entoa mais uma vez: nos queremos vivas, livres e resistentes!

    #VivasnosQueremos #8MBrasilSC#MachistasNãoPassarão #8M #NenhumPassoAtrás#VivasLivreseResistentes


  • [URGENTE] Proposta para especialização com mensalidades será votada na CPG

    [URGENTE] Proposta para criação de curso de especialização com COBRANÇA DE MENSALIDADES será votada amanhã (28) às 8:30 na Câmara de Pós-Graduação (CPG), em reunião na Sala dos Conselhos (Reitoria I – Campus Trindade).

    O curso, de “Inovação e empreendedorismo”, afirma em sua justificativa que “já não se consegue mais separar a academia do mercado” e pretende cobrar R$ 530,00 das/os alunas/os. O TCC será um plano de negócios.

    Àqueles que desejam aviltar e privatizar o espaço público de produção e difusão do conhecimento com um curso que COBRA AS/OS ESTUDANTES para rezar o catecismo do capital, dizemos que deve haver sim uma separação muito evidente entre academia e mercado, e que a UFSC não pode mais ser palco dessa má-fé terminológica. Conclamamos o movimento estudantil a lutar, nas semanas que virão, contra essa ponta de lança do assalto excludente ao caráter público da universidade.

    Lembramos também que no dia 10 de agosto de 2018 o senhor reitor, Ubaldo Cesar Balthazar, assinou uma carta de compromisso com as/os estudantes (representados na ocasião pelo Diretório Central dos Esdutantes Luís Travassos e a Associação de Pós-Graduandos da UFSC) posicionando-se oficialmente contra a cobrança de mensalidades na pós-graduação Lato Sensu (veja aqui). Cobraremos a coerência da reitoria quanto ao compromisso assumido.


  • A FAPESC não deveria atrasar as poucas bolsas que concede!

    Várias/os pós-graduandas/os da UFSC que recebem bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) relataram que o pagamento referente à janeiro só foi efetivado nesta quarta-feira (20).

    Já nos posicionamos repetidas vezes quanto ao desastre que é a política de incentivo à ciência e tecnologia em Santa Catarina (veja nossa última nota sobre o assunto), mas o governo de Carlos Moisés (PSL) e a administração da FAPESC por ele indicada já começa pior do que o imaginado: ao atrasar bolsas de pesquisa, deixa ainda mais evidente seu descaso com a educação e com quem realiza grande parte das pesquisas no Estado.

    Em conversa com a APG-UFSC, a fundação afirmou que o problema se deve à “troca de gestão” em meio ao funcionamento atípico da máquina administrativa em janeiro, e que poderia se repetir pelos próximos dois meses. Do ponto de vista de quem vive de bolsa a bolsa com a maioria das contas vencendo até o dia 10, consideramos o atraso um absurdo, considerando a pequena quantidade de bolsas que a instituição fornece. Não está claro, por exemplo, se todos os recursos da fundação estão indisponíveis; não há, por exemplo, a possibilidade de usá-los para o adiantamento ao menos parcial das bolsas, aliviando a situação atípica para quem mais precisa dos recursos para se sustentar? Não há outra saída que atrasar o pagamento das bolsas até a segunda metade do mês?

    Estamos em contato com a fundação, a PROPG e a SBPC buscando informações e estudando maneiras de ajudar a solucionar o problema. Como sempre, fazemos um convite a todas/os as/os pós-graduandas/os que juntem-se a nós na constante luta em defesa de nossos direitos e de melhorias de nossas condições.


  • Já tem data o III Encontro Nacional de Educação!

    A APG-UFSC apoia e ajuda a construir o III Encontro Nacional de Educação (ENE), que será realizado na Universidade de Brasília (UnB), nos dias 12, 13 e 14 de abril de 2019. Confira programação no link!


  • Publicado o segundo Notícias da Educação na UFSC e no Brasil

    A APG-UFSC, gestão “Pra não lutar só”, elegeu como uma de suas prioridades desse ano os debates e as lutas do campo da educação. Por isso, queremos ampliar o quanto possível o conhecimento das/os pós-graduandas/os acerca do que está ocorrendo nos níveis local, estadual e federal – coisas que nos atingem diretamente, por estarmos na pós-graduação, ou indiretamente, por querermos uma educação livre e de qualidade para todos e todas!

    Leia o segundo boletim informativo aqui.


  • Enquanto isso, na UFSC: de olho no exterior enquanto os problemas internos se acumulam

    Sonhadora, administração central admira o horizonte pela janela, declarando sem muito debate quais serão suas prioridades lá fora. Aqui dentro, os técnicos abandonam o CFM pelas péssimas condições de trabalho e estudantes enfrentam dificuldades para se alimentar, além de falta de espaço na BU.

    É verão, mas os/as pós-graduandos/as seguem encontrando-se na APG para discutir o que está ocorrendo na universidade – motivos não faltam!

    Participamos (via representação) no dia 20 de dezembro da primeira reunião de planejamento do Plano de Desenvolvimento Institucional, o PDI, documento que determina onde a Universidade deverá concentrar seus esforços de 2020 a 2024. Ainda não há muito de concreto, mas é preciso informar a categoria estudantil para que estejamos desde já atentos/as  a essas discussões, que muito nos impactam.

    Houve, por exemplo, um quase exclusivo entusiasmo com os esforços para a internacionalização da universidade. Apesar da indubitável importância do tema, lutaremos para que o plano de desenvolvimento institucional enfrente também assuntos urgentes que ocorrem aqui na nossa porta, da moradia estudantil e demais condições de permanência e saúde até o desenvolvimento dos campi para além do campus Trindade.

    Vejam, por exemplo, o que passamos com a situação do Restaurante Universitário: em um dia quente de janeiro (veja nossa manifestação aqui) 40 estudantes ficaram sem poder almoçar por falta de transporte para o RU do CCA. Graças à cobrança estudantil, a Reitoria disponibilizou mais um ônibus e cogita reabrir o RU Trindade mais cedo – uma medida importante considerando que o aumento da frota vai ser menos eficaz quanto mais as pessoas voltam a utilizar os espaços da Universidade. No final de janeiro a Biblioteca Universitária, que após as 13:30 disponibiliza uma única e pequena sala de estudos individuais para usufruto da comunidade acadêmica, também apresentou filas, fazendo com que muitos/as não pudessem estudar como pretendiam.

    Outro acontecimento marcante na universidade foi protagonizado pelos servidores técnicos do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), que resolveram abandonar o prédio. Há muito que os usuários desse centro, incluindo pós-graduandos/as, vêm denunciando as péssimas condições de segurança de trabalho, mas nada foi feito: com todo tipo de defeito, incluindo água passando abundantemente por dutos de eletricidade quando chove (foto abaixo), a próxima tragédia brasileira pode ser aqui mesmo na UFSC – um incêndio diurno em período letivo, por exemplo, num espaço que já é apelidado pela comunidade de “labirinto” – e assim como em Brumadinho, não será um “acidente”, e sim fruto de um descaso sistemático.

    Água da chuva passando por dutos de eletricidade no CFM: a um passo de um incêndio.

    Água da chuva passando por dutos de eletricidade no CFM: a um passo de um incêndio.

    Mas, se a bola da vez é a internacionalização, que tal discuti-la a fundo? Nesse ano começa a valer o edital CAPES/PrInt (nº 41/2017), no qual a UFSC foi uma das universidades contempladas, uma remodelagem dos recursos da entidade com vistas a – segundo a CAPES – dar mais autonomia para as universidades escolherem como aplicar os recursos para a internacionalização.

    Na verdade isso faz com que os programas tenham que escolher apenas uma linha de pesquisa para internacionalizar a médio prazo, a partir de temas que a administração central da universidade escolhe, o que retira um bom grau de autonomia e flexibilidade que os programas tinham, por exemplo, com o PDSE. Como dito em reunião sobre o assunto nesta segunda-feira (4) por uma professora, esta é a maneira como a CAPES transfere uma briga por recursos escassos para os docentes. Mais recursos serão recebidos, mas terão que ser aplicados de maneira a negar a internacionalização a muitos/as docentes e discentes, e ainda serão aplicados desigualmente devido a um “ranqueamento” entre os temas que a universidade escolheu. No caso da UFSC, estes temas são “nanociência e nanotecnologia”, “transformação digital: indústria e serviços 4.0”, “saúde humana”, “linguagens, interculturalidade e identidades” e “sustentabilidade ambiental” (veja a proposta aprovada da UFSC aqui).

    Embora essa lista pareça ampla o bastante, cada tema é subdividido em objetivos, projetos a serem geridos por professores e programas específicos. Fato é que houve pouquíssima divulgação e debate sobre a adesão da UFSC ao programa CAPES/PrInt, tanto entre discentes quanto docentes. A intenção da CAPES, contudo, é expandir o PrInt nos próximos anos, incentivando os programas a se adequarem ao edital para serem incluídos nas próximas edições.

    Nós, da APG-UFSC, planejamos tirar esse debate das sombras da burocracia e fazer com que a comunidade acadêmica tenha real voz nas considerações sobre o que é ou não prioridade nos estudos da pós-graduação. É preciso discutir não só esses temas como esse próprio modelo de investimentos em internacionalização!


  • Nota da FEBRAGEO sobre o disastre de Brumadinho

    A APG-UFSC apresenta seus sentimentos às vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho (MG) e seus familiares.

    É preciso nos mobilizarmos para que isso não se repita. Aqui em Santa Catarina existem nove barragens de rejeitos.

    Clique aqui para ler a nota da FEBRAGEO que compartilhamos.