Estresse ou assédio na pós-graduação? Apertem os cintos… o orientador sumiu!

04/07/2018 20:28

Nos dias 3, 4 e 5 de outubro de 2018 será realizado o I Fórum de Saúde Mental da Comunidade UFSC, que está sendo organizado por diversos grupos e coletivos preocupados com esse tema. A Associação de Pós-Graduandos(as) da UFSC está responsável por levar questões próprias da nossa condição de pós-graduandos(as) para abordar e aprofundar no fórum, encaminhamento propostas concretas de atitudes para avançarmos. Para isso, a ideia é organizarmos um dia de atividades que envolvam a saúde mental entre pós-graduandos no final de agosto ou início de setembro. Enviamos esse formulário para nos auxiliar a formular atividades que correspondam às necessidades e condições de participação da maioria dos(as) pós-graduandos(as).

Clique aqui para acessar o formulário.

Caso tenha interesse em construir as atividades conosco, fique à vontade para entrar em contato!

Nota sobre a Audiência Pública “Ciência, tecnologia e inovação como política de Estado em Santa Catarina”

19/06/2018 21:41

Nós da Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Santa Catarina (APG-UFSC) temos convidado, nas últimas semanas, as/os pós-graduandas/os para a Audiência Pública organizada pela seccional catarinense da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC-SC) no Plenarinho da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) para o dia 20 de junho, esta quarta-feira, às 9 da manhã.

A proposta da atividade é discutir, em especial, o insuficiente investimento em ciência e tecnologia por parte do estado catarinense; no entanto, entendemos que é preciso aprofundar o debate. Como nos informa a SBPC, é verdade que os governos catarinenses têm descumprido sua obrigação de investir 2% da receita estadual em ciência e tecnologia, segundo o Artigo 193 da Constituição de Santa Catarina. Mas a questão vai além de quanto se investe, pois é necessário pensar como esse investimento é distribuído entre as áreas, quais os critérios por trás das escolhas de investimento científico, quais as formas de controle social e a estrutura política a partir da qual tais decisões são tomadas. Por isso, a APG aponta alguns princípios que defende para a aplicação de uma política científica e tecnológica em Santa Catarina.

Investimento em educação, ciência e tecnologia

A formulação de uma política científica e tecnológica, bem como o investimento nessas áreas, é indissociável de uma política educacional e do financiamento da educação em nosso estado. Sabemos que no Brasil a maior parte da produção de conhecimento acadêmico se faz nas instituições públicas, a partir do investimento do Estado, característica que exige a consideração conjunta de ambas as áreas: sem a educação de nível superior, perde-se a maior parte de nossa produção de conhecimento. Esse modelo é muito importante para garantir a função social da ciência e da tecnologia, através de instituições democráticas e comprometidas de fato com a formação acadêmica, artística, cultural, científica e tecnológica. Assim, defender uma política científica e tecnológica deve ser, também, defender uma política de educação pública para o estado.

Consideramos essa ressalva necessária em contraponto à convocatória da atividade, onde o termo educação está ausente, enquanto se defende uma política para a inovação. Sabemos que, dentro das políticas de ciência e tecnologia, a defesa da inovação – um termo trazido do mundo empresarial para dentro das políticas públicas – atua como eufemismo para produção de conhecimento útil ao mercado. Contrariamente, defendemos que nossa ciência não deve responder às necessidades de grupos privados e à produção de lucro, mas sim à solução das principais demandas populares, em todas as áreas do conhecimento.

Desenvolvimento em todas as áreas do conhecimento

Chama atenção que o orçamento para ciência e tecnologia seja investido, por força da Constituição de Santa Catarina, “metade à pesquisa agropecuária”. É certo que essa área tem um papel importante na economia do estado, mas é justo fazer com que todas as demais áreas, ciências da saúde, engenharias, ciências sociais, humanas e áreas relacionadas a arte e cultura disputem pela metade restante? Consideramos que não.

Isso não revela apenas um favorecimento desproporcional a uma área científica em detrimento de outras, mas uma visão específica do papel que a ciência deve desempenhar entre os catarinenses: apenas garantir o investimento público em uma determinada atividade econômica, que é hegemonicamente privada. Santa Catarina não deve depender de apenas um ramo da economia. Sabemos que as necessidades do povo catarinense envolvem o saber produzido em todas as áreas do conhecimento. Essa política prejudicial, que privilegia enormemente apenas uma área, precisa mudar em direção a um investimento igualitário na produção de conhecimento em todas as áreas, que tenha como critério a contribuição à sociedade de determinado campo de conhecimento, não seu retorno financeiro e de “inovação”.

Controle social da política de ciência e tecnologia

O investimento em educação, ciência e tecnologia é uma decisão estratégica da sociedade em busca da superação das dificuldades que enfrenta. Por isso, não pode ser feita a portas fechadas, sob tutela exclusiva do Governo ou do mercado, assim como não pode ser feita apenas por representantes acadêmicos.

Por isso, reivindicamos espaço para as entidades científicas e acadêmicas em todas as instâncias de deliberação sobre a política científica e tecnológica. Além disso, é fundamental também a presença da representação popular nessas instâncias, que pode ser feita através entidades como sindicatos, movimentos sociais, associações comunitárias ou outras formas de organização da população civil. Uma política científica adequada ao povo catarinense só pode ser formulada ouvindo a população diretamente, para que ela possa apontar as necessidades sociais que devem pautar os critérios de quais pesquisas financiar, quais instituições, quais áreas e pesquisadoras/es.

Nossa posição

A APG-UFSC posiciona-se em defesa do cumprimento do Artigo 193, com aplicação mínima de 2% do orçamento estadual na ciência e tecnologia; na distribuição desse investimento de forma equilibrada entre as distintas áreas de produção do conhecimento, incluindo as ciências sociais, humanas e as linguagens; em defesa do financiamento estatal das instituições públicas de educação; em defesa da participação social nas instâncias de gestão e controle do financiamento de Educação, Ciência e Tecnologia; e em defesa de critérios sociais na política de alocação de recursos para a produção de conhecimento.

Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Santa Catarina

20 de junho de 2018

Atualização 21/06/2018: veja o vídeo de nosso posicionamento na Audiência Pública!

A APG-UFSC convida para o Bar da Pós 2018!

08/05/2018 00:39

A Associação de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Santa Catarina (APG-UFSC) convida a todos os pós-graduandos para o Bar da Pós 2018, uma confraternização a ocorrer no Centro de Convivência no dia 17 de maio de 2018 às 20:00 para que os pós-graduandos possam se conhecer, trocar figurinhas, conversar e descontrair! A ciência se faz com sociabilidade – então venha socializar conosco! Acompanhe também no evento do Facebook.

[Assista na íntegra] A APG-UFSC convida para a Aula Pública “Pesquisa e Pós-Graduação em Tempos de Retrocesso”

08/05/2018 00:33

A Associação de Pós-Graduandos da UFSC (APG-UFSC) convida a toda a comunidade acadêmica, em especial os pós-graduandos, para a Aula pública “Pesquisa e Pós-Graduação em Tempos de Retrocesso – Como a ciência brasileira resiste?”, a ocorrer no dia 14 de maio de 2018 às 18:00 no Auditório do EFI, no Campus Trindade da UFSC.

Nesta primeira Aula Pública de 2018, organizada pela Associação de Pós-Graduandos da UFSC (APG-UFSC), vamos discutir como a ciência brasileira resiste diante do significativo desmonte do financiamento e das agências de pesquisa, simultaneamente ao desmantelamento das empresas nacionais que figuram como importante patrimônio tecnológico brasileiro.

CONVIDADOS:
1. Cláudio Oliveira – Economista aposentado da Petrobras, sócio honorário da Associação de Engenheiros da Petrobras (AEPET);

2. André Ramos – Secretário Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência em SC (SBPC-SC);

3. Mauro Titton – Professor do Departamento de Metodologia de Ensino da UFSC

4. Tiago Bittencourt Vergara – Sinergia (Sindicato dos Eletricitários de Florianópolis e Região)

Acompanhem também as novidades no evento no Facebook.

Atualização 15/05/2018: Os vídeos do evento já estão disponíveis na nossa página do Facebook! Assista a todo o evento na íntegra.

Requerimento para expedição de diploma de Pós-Graduação sem multa

15/04/2018 13:00

A APG-UFSC publica em seu site, na seção de Modelos dos Documentos públicos, um modelo de requerimento para expedição de diploma de Pós-Graduação sem multa, que todo pós-graduando pode utilizar, inserindo os dados de sua situação particular, para obter seu diploma mesmo se não tiver pago a multa referente ao atraso na entrega da dissertação/tese na Biblioteca Universitária (BU). O mesmo modelo pode ser usado, a critério do pós-graduando, para solicitar a extinção de sua multa.

A exigência de pagamento da multa para entrega dos diplomas, na UFSC, está atualmente suspensa. No entanto, a orientação da CAP/PROPG ainda é fazer um requerimento solicitando a expedição do diploma sem pagamento da multa. Caso a extinção da multa também seja solicitda, seu pagamento fica condicionado à futura decisão do Conselho de Curadores.

Reproduzimos aqui a justificativa constante no documento. Agradecemos o doutorando Rodrigo Alessandro Sartoti pela pesquisa que substancia o documento, e por permitir à APG-UFSC que o compartilhasse com a comunidade das/os pós-graduandas/os da UFSC.

Justificativa

A Resolução Normativa n. 95 (2017) do Conselho Universitário, em seu art. 65, traz a obrigação de depósito das teses e dissertações junto à Biblioteca Universitária, por parte das/os pós-graduandas/os, no prazo de 30 dias após a aprovação pela banca examinadora.

Por seu turno, a Resolução n. 18 (2017) do Conselho de Curadores da UFSC estipula valores de multa/dia para as/os pós-graduandas/os que atrasarem os respectivos depósitos junto à Biblioteca, sem, todavia, condicionar a entrega do diploma ao pagamento da multa.

Já a Lei 9.870/99, que dispõe sobre os valores das anuidades escolares, é enfática ao proibir expressamente a retenção de diplomas em virtude de inadimplência, conforme se extrai do art. 6º:

São proibidas a suspensão de provas escolares, a retenção de documentos escolares ou a aplicação de quaisquer outras penalidades pedagógicas por motivo de inadimplemento, sujeitando-se o contratante, no que couber, às sanções legais e administrativas, compatíveis com o Código de Defesa do Consumidor, e com os arts. 177 e 1.092 do Código Civil Brasileiro, caso a inadimplência perdure por mais de noventa dias.

Verifica-se perfeitamente que não há na legislação interna da UFSC quaisquer dispositivos que permitam a retenção de diploma em virtude de inadimplemento de multa. Ademais, a legislação federal veda expressamente tal retenção.

Inclusive, cabe mencionar que o Ministério Público Federal ingressou com a Ação Civil Pública n. 5013326-28.2017.4.04.7200 contra a UFSC, em trâmite perante a 4ª Vara Federal de Florianópolis/SC, requerendo que a Universidade se abstenha de condicionar a expedição de diplomas de pós-graduação ou quaisquer documentos universitários ao pagamento de débitos de multas ou outras pendências financeiras. A ação ainda não foi julgada, mas a UFSC informou no processo que não está mais condicionando a entrega dos diplomas de Pós-Graduação ao pagamento das multas por atraso no depósito junto à Biblioteca desde julho de 2016.

Para além da ilegalidade da retenção do diploma, temos que a cobrança de multa, por si só, também é ilegal.

A Constituição da República estabeleceu o acesso à educação como Direito Fundamental do indivíduo, acompanhando os preceitos do art. 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, subscrita pelo Brasil. Além disso, o art. 206, inciso IV assegura a gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais. Ao comentar este dispositivo da Constituição, o professor José Afonso da Silva assevera o âmbito da eficácia da norma:

A verdade é que, se a Constituição estabeleceu que a educação é direito de todos e dever do Estado, significa que a elevou à condição de serviço público a ser prestado pelo poder público indiscriminadamente e, portanto, gratuitamente aos usuários, ficando seu custeio por conta das arrecadações gerais do estado. Então, o Estado há de cobrar para cumprir seu dever? E o direito correlato tem que ser pago? (SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. São Paulo: Malheiros, 2008, p. 842)

Desta forma, a cobrança de quaisquer valores vinculados às atividades acadêmicas em universidades públicas – as quais são subsidiadas pelo poder público –, tais como as multas impostas pelas Resoluções supracitadas, afrontam este princípio preconizado no texto constitucional. O dispositivo constitucional da gratuidade do ensino é bastante claro e direto, dispensando maiores digressões acerca do tema.

No presente caso, não há qualquer situação fática ou jurídica que justifique o afastamento da gratuidade do ensino em uma universidade federal para cobrança de multa em valor exorbitante, de modo que o valor em questão não pode ser cobrado em hipótese alguma.

E nem se diga que a multa é uma forma “eficaz” de sanção para compelir os/as pós-graduandos/as a procederam com seus respectivos depósitos de teses e dissertações.

Ora, é sabido que os cursos de mestrado e doutorado, com seus prazos exíguos e suas metas de produtividade, consomem tempo e energia dos estudantes, levando estes à quase total exaustão física e emocional. Inclusive, cabe ressaltar que a pressão dos cursos tem levado ao adoecimento de estudantes de pós-graduação, com desenvolvimento de sérios quadros clínicos de depressão e estresse. Assim, é plenamente compreensível que haja um atraso entre a defesa final com aprovação (requisito legal para obtenção do título) e o efetivo depósito do trabalho.

Neste sentido, não há necessidade alguma de fixar valores altíssimos de multas para forçar os pós-graduandos a procederem seus depósitos, vez que o simples fato de condicionar a entrega do diploma ao depósito do trabalho já é medida mais que suficiente. O pós-graduando que necessitar do diploma para gozar dos direitos inerentes ao seu título certamente procederá com o depósito do trabalho. É inimaginável que alguém faça um curso de pós-graduação, finalize-o, defenda trabalho final e obtenha aprovação para, após todo esse percurso, não querer ter em mãos o documento que viabilize a utilização do título.

Se a UFSC deseja ter a garantia de que as dissertações e teses serão depositadas na Biblioteca, basta editar normativa interna condicionando a entrega do diploma ao efetivo depósito do trabalho. Simples e sem a necessidade de violar a gratuidade do ensino prevista na Constituição.

Baixe o modelo

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Atividades do 8M na UFSC e em Florianópolis!

06/03/2018 06:50

Este é mais um 8 de Março marcado pela Greve Internacional das Mulheres, e o 8M Brasil – SC organizou uma programação repleta de atividades para marcar o Dia de Luta das Mulheres.

As preparações em Floripa já tiveram início desde Janeiro, assim como pelo resto do país. Tendo em vista a importância da construção de um espaço como esse, com o desafio de agregar todas as mulheres na realização de uma greve pela manutenção e ampliação dos direitos das mulheres, principalmente aquelas completamente negligenciadas pelo sistema, o DCE Luís Travassos se coloca ao lado do 8M SC, apoiando sua atuação e buscando trabalhar juntos.

As mulheres dentro da universidade – professoras, técnicas administrativas, terceirizadas e estudantes – sofrem diariamente com situações de machismo, assédio e todo tipo de violência. Para desenraizar o caráter hostil presente nesse espaço, é necessário se mobilizar, se conscientizar! Diante disso, o DCE Luís Travassos – Gestão Ainda Há Tempo, convida a todas e todos para se somar ao 8M!

Atividades na UFSC – Campus Trindade:

06/03 | das 11h às 13h | Varandão do CCE

– Jogo da previdência
– Panfletagem
– Confecção de faixas e cartazes
– Performance “Madalenas” ao longo do varandão e fila do RU

08/03 | das 11h às 13h

– Panfletagem

08/03 | das 14h às 16h

– Concentração para o ato em frente à sede do DCE

Mais informações no evento do Facebook.

Atividades em Florianópolis:

01/03 a 10/03 – La Kahlo Bodega – Exposição Violências Contra as Mulheres
01/03 19h – Morro do Mocotó – Resistências Reais: Mulheres Negras, Periféricas e de Matriz Africana
05/03 18:30- 22h – Instituto Arco-Íris – Lançamento da Frente pela Legalização do Aborto
07/03 08h às 18h – Assembleia Legislativa de Santa Catarina – SEMINÁRIO REGIONAL: “PELO FIM DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER” – Auditório Deputada Antonieta de Barros
07/03 às 19:30h – Cinema do CIC – Cinemática – 1ª Mostra Àjé Mulheres Negras no Cinema
08/03 – Largo da Alfândega:
08h às 16h – Tenda Jennifer – Espaço Ciranda e espaço para rodas de conversas e trocas de experiências.
08h às 17h – Tenda Olga Benário – Um olhar sobre a vida das mulheres encarceradas, com materiais e troca de correspondências.
08h às 17h – Tenda Mãe Gracinha – As mulheres quilombolas e a luta por direitos. Com exposição de fotos.
08h às 17h – Tenda Anticapitalista – Tenda da troca (tragam roupas, acessórios, sapatos e disponibilidade de troca de serviços)
09h às 12h – Tenda Valda Costa – Oficina de Grafite com Gabriela Olívia Marques
09h às 10:30h – Tenda Jennifer – Roda de Conversa com ADOSC
10h30m às 12h – Tenda Janete Cassol – Roda de Conversa: Branquitude e Negritude – com Mathizy Pinheiro, Lia Vainer, Vanda Pinedo (MNU) e Maria de Lourdes Mina (MNU)
12h às 13h – Coreto – Coletivo NEGA – Teatro/Performance
13h às 14h – Tenda Janete Cassol – Roda de Conversa: (IN)VISIBILIDADE TRANS – Desafios e Oportunidades – com Lirous K’yo Fonseca Ávila e Maria Zanela
13h – Madalenas – Cortejo
14h às 16h – Tenda Valda Costa – Oficina de Lambe com Kio za’s e
14h às 14:30h – Coletivo Independente Fluído – Performance
14h às 17h – Tenda Janete Cassol – Movimento sindical e social com debate: A Defesa da Democracia e da Soberania Nacional. A luta por Direitos e pela Vida das Mulheres.
14:30h às 15h – Coreto – Paz – Pocket Show Rap
15h às 15:30h – Coreto – KANDACE – Pocket Show Rap
15:30h às 16h – Coreto – Trama Feminina – Pocket Show Rap
16h às 16h30m – Coreto – MC Mooa – Pocket Show Rap
16:30h às 17h – Coreto – MC K47 – Pocket Show Rap
16h às 17h – Tenda Jennifer – Debate: mulheres com deficiência
17h às 17h30m – Coreto – Roda de Samba de terreiro – Samba a Três,com Elaine Sallas, Bu Amato e Tay Muller
17h – Concentração Marcha
17h40m às 18h – Coreto – Pollyana Tathyana Rodrigues (ADEH) – Pocket Show
18h Bloco Cores de Aidê – Abertura da Marcha
20h30m às 23h – Coreto – Batalha da Alfândega:
– Pocket Show: NOVE
– DJ’s Beats Batalha: Brum e Isa
– Apresentadoras: Luneti, Moa e Sara
– Chaves da Batalha: Gugie e Duda
– Playlist feminista: Olívia, Ana, Berra, Sara e Duda
20h – Casa de Noca – Tempo de Resistência – Rumo ao FSM
10/03 – La Kahlo Bodega – das 15:30 às 21h – Até Quando? Não me Kahlo!

Mais informações no evento do Facebook.

Reunião do Conselho de Entidades de Base sobre a moradia estudantil na UFSC

05/03/2018 23:34

Em solidariedade à mobilização pela moradia estudantil na UFSC, a APG-UFSC divulga a convocatória da reunião do Conselho de Entidades de Base sobre o tema, organizada pelo DCE-UFSC:

A estrutura de moradia, assim como as políticas de permanência da UFSC, está há muito tempo defasada, e precisamos avançar na luta por condições dignas de estudo e permanência. É por este motivo que o Diretório Central dos Estudantes Luís Travassos, com apoio do Conselho da Moradia Estudantil, do coletivo MãEstudantes e do Movimento Negro Unificado em Defesa das Cotas convoca um CEB com pauta única: “Mobilização pela moradia estudantil”.

A reunião será no dia 07/03, ao meio-dia, no auditório do CSE.

Palestra: Escrita acadêmica e sofrimento mental

27/02/2018 09:07

No dia 27 de abril de 2018, às 19:00, o Prof. Dr. Robson Nascimento da Cruz ministrará a palestra “Escrita Acadêmica e Sofrimento Mental: Um dilema central para uma vida acadêmica satisfatória“. Esta será a palestra de abertura da Jornada de Análise do Comportamento de Florianópolis. O acesso à palestra é gratuito.

Apresentação

Bloqueio de escrita, ansiedade e dificuldade de cumprir prazos são problemas comuns entre estudantes de graduação e pós-graduação, embora poucas vezes o assunto seja tratado de forma aberta. O especialista em organização psicossocial e problemas psicológicos da escrita acadêmica, Robson Cruz, doutor em Psicologia pela UFMG e pós-doutor pela PUC-SP, concederá uma palestra gratuita na UFSC sobre o assunto.

Sobre o palestrante

Dr. Robson Cruz possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2005), especialização em História da Ciência pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006), mestrado em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2008), doutorado em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013) e pós-doutorado pela Pontifícia Universidade Federal de São João Del-Rei (2015) e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2015-2017). Atua nos seguintes temas: história e epistemologia da psicologia experimental e psicologia social, análise do comportamento, métodos qualitativos; problemas psicológicos da escrita acadêmica.

Inscreva-se aqui.

Lançamento do Comitê Estadual SC do FAMA 2018

20/02/2018 21:02

O Fórum Alternativo Mundial da Água – FAMA 2018 – acontecerá entre os dias 17 e 22 de março de 2018, em Brasília – DF. Nos dias 17, 18 e 19 as atividades acontecerão na UnB – Universidade de Brasília – e entre os dias 20 e 22 serão realizadas atividades descentralizadas. É um evento internacional, democrático e que pretende reunir mundialmente organizações e movimentos sociais que lutam em defesa da água como direito elementar à vida.

O FAMA se contrapõe ao autodenominado “Fórum Mundial da Água” que é um encontro promovido pelos grandes grupos econômicos que defendem a privatização das fontes naturais e dos serviços públicos da água, e dessa maneira, o Fama se propõe a unificar a luta contra a tentativa das grandes corporações em transformar a água em mercadoria, privatizando as reservas e fontes naturais de água.

Lançaremos o COMITÊ ESTADUAL DE SANTA CATARINA na quarta-feira, dia 21 de fevereiro em Florianópolis às 18 horas no SINTESPE, e através do Comitê, organizaremos as atividades realizadas em Santa Carina.

A APG-UFSC foi convidada para participardo Fórum e marcará presença.

Para mais informações sobre o Fórum Alternativo Mundial da Água:

http://www.fenae.org.br/portal/fama-2018/

https://www.facebook.com/FAMA2018/

Atenção: reunião de segunda-feira dia 19/02 alterada para dia 20/02

16/02/2018 00:13

Pessoal, atenção! Em virtude da paralisação dos ônibus na segunda-feira e demais lutas contra a reforma da previdência, a APG-UFSC transfere sua reunião de segunda para terça-feira.

Entre os pontos de pauta, campanha de saúde mental na pós-graduação, discussão do novo estatuto e recepção 2018.1 (manual, debate e confraternização).

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